Ao mamar no peito, a criança não está apenas sendo alimentada, como também fazendo um exercício físico importante para desenvolver sua ossatura e musculatura bucal. Toda a musculatura bucal é desenvolvida através deste ato - músculos externos...
Bebê 0 a 1 - acompanhamento médico
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Amamentação e o desenvolvimento da arcada dentária
Monday, May 05 2008 - bebê 0 a 1 / acomp. médico
Banco de sangue de cordão umbilical e placentário (BSCUP)
Monday, May 05 2008 - bebê 0 a 1 / acomp. médico
Em 2000, o INCA inaugurou o Banco de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário (BSCUP) visando aumentar as chances de localização de doadores para os pacientes que necessitam de transplante de medula óssea. As chances de um brasileiro localizar um doador em território...
Beijar os filhos na boca transmite cárie
Monday, May 05 2008 - bebê 0 a 1 / acomp. médico
A cárie dental é uma doença provocada por bactérias, principalmente pela Streptococcus Mutans . Esta bactéria se aproveita de restos de alimentos não removidos após as refeições, para comprometer os dentes. As crianças, principalmente...
Cárie
Monday, May 05 2008 - bebê 0 a 1 / acomp. médico
A cárie é a doença responsável pela desmineralização do esmalte dentário à custa da placa bacteriana cariogênica, associada a uma dieta inadequada e constante falta de higiene bucal, levando a perdas irreversíveis de tecido dentário...
Características da primeira dentição
Monday, May 05 2008 - bebê 0 a 1 / acomp. médico
A criança fica irritada, chora com facilidade, tem febre, falta de apetite e até mesmo diarréia com a chegada dos primeiros dentinhos. A primeira dentição é recebida com um misto de alegria e desespero pelos pais de primeira viagem, que ficam preocupadíssimos...
Como dar remédios aos bebês?
Monday, May 05 2008 - bebê 0 a 1 / acomp. médico
O seu bebê ficou doente e o pediatra prescreveu medicamentos? Prepare-se, você tem mais uma preocupação: qual seria o jeito mais fácil de administrar esses remédios? Em primeiro lugar, ponha um babador no bebê e tenha sempre à mão lenços...
Como vencer as doenças com a auxílio da macrobiótica
Monday, May 05 2008 - bebê 0 a 1 / acomp. médico
Nascido no Japão em fevereiro de 1926, Tomio Kikuchi - maior difusor da alimentação macrobiótica no Brasil - viveu no interior de seu país até a adolescência, quando foi obrigado a participar da Segunda Guerra Mundial. Em Tóquio, ficou fortemente...
Crianças aidéticas ganham acompanhamento médico especializado
Monday, May 05 2008 - bebê 0 a 1 / acomp. médico
A Escola Paulista de Medicina (Unifesp) assinou, recentemente um convênio de cooperação com o Projeto Reviver, associação criada há sete anos que trabalha para fornecer apoio a entidades que cuidam de crianças portadoras do vírus da Aids. A sede...
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Cronologia de erupção dos dentes
Monday, May 05 2008 - bebê 0 a 1 / acomp. médico
Quando os dentes do bebê começam a despontar, os pais costumam ficar eufóricos, pois este é um dos indícios do crescimento da criança, da entrada em novas fases do desenvolvimento infantil. O que os pais esquecem, com freqüência, é que na verdade...
Dentes: origem embriológica
Monday, May 05 2008 - bebê 0 a 1 / acomp. médico
A fase embriológica dos dentes tem origem por volta da quarta semana de vida do feto, quando há início da formação e crescimento da face. Por volta da sexta semana intra-uterina, formam-se as lâminas dentais, onde vão se desenvolver o esmalte dos dentes...
Entenda o método adotado pela pesquisadora
Monday, May 05 2008 - bebê 0 a 1 / acomp. médico
Para verificar a capacidade de adultos identificar a dor em bebês pela expressão facial, a pediatra Rita Balda apresentou três quadros de fotos, divididas em seis grupos. Um dos grupos era formado por 70 médicos e enfermeiras de UTI e unidades semi-intensivas neonatal do HSP...
Florais para mamães e bebês
Monday, May 05 2008 - bebê 0 a 1 / acomp. médico
Um bebê! Quantas coisas ocorrem para que ele chegue a este mundo e quantos fatos acontecem depois de sua chegada. Desde a geração, existem ali depositadas infinitas emoções que, como ele, se transformarão a cada dia até o nascimento. Deste ponto em diante...
Fluorose dental
Monday, May 05 2008 - bebê 0 a 1 / acomp. médico
A ingestão sistemática em excesso de flúor presente, simultaneamente, nos produtos de higiene bucal, na água — tanto de fontes naturais, quanto de abastecimento — e em alimentos, durante a fase de formação dos dentes definitivos, ou seja, de 0 a seis...
Observação de sintomas contribui para diagnóstico eficiente
Monday, May 05 2008 - bebê 0 a 1 / acomp. médico
Os sintomas são alertas de que o organismo da criança está sofrendo interferência de vírus ou bactérias. A observação atenta pode ajudar em muito o pediatra a detectar uma possível doença. Veja alguns do sintomas. Febre – A febre...
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Pioneirismo no uso de escalas de dor
Monday, May 05 2008 - bebê 0 a 1 / acomp. médico
Após a pesquisa realizada pela dra. Rita Balda, pediatra da Unidade de Terapia Intensiva Neonatal do Hospital São Paulo e do Hospital e Maternidade Santa Joana, com 405 pessoas (pais e profissionais de saúde dos serviços de terapia intensiva e semi-intensiva do HSP e do Hospital e Maternidade Santa Joana), a UTI Neonatal do Hospital São Paulo passou a adotar escalas comportamentais que analisam choro, expressão facial e movimentos corporais, além de sinais vitais, para avaliar a dor em bebês.
O procedimento integra hoje a rotina da equipe médica e de enfermagem da UTI. De acordo com especialistas do Hospital São Paulo, a maior parte das escalas de dor são usadas em pesquisa e, ao adotar este procedimento, a instituição passou a ser pioneira no País e também, tornou-se um dos poucos hospitais no mundo a usá-las no dia-a-dia para determinar a dor em recém-nascidos. Na verdade, a escala de dor é uma maneira mais objetiva de avaliar a dor em bebês.
No Hospital São Paulo, os bebês em tratamento intensivo são submetidos a esta avaliação e, nos procedimentos, a equipe de enfermagem aplica uma escala chamada NIPS (Escala de Avaliação de Dor em Recém-nascidos), voltada à análise de critérios fisiológicos e comportamentais.
Em casos específicos, como pós-operatório, os médicos aplicam uma escala para avaliar a expressão facial dos bebês (a NFCS, ou Sistema de Codificação da Atividade Facial Neonatal).
Uma das grandes conquistas da adoção da escala de dor é a melhoria no tratamento das crianças, pois alertou as equipes para a questão da dor, criando uniformidade de diagnóstico e tratamento mais humano.
Primeira consulta com o pediatra
Monday, May 05 2008 - bebê 0 a 1 / acomp. médico
A primeira consulta deverá ser feita logo depois do nascimento do bebê, de preferência antes de completar um mês de vida. O médico saberá o motivo da consulta, determinada por queixas clínicas ou apenas por procedimento de rotina para o acompanhamento do...
Primeira visita ao dentista é importante
Monday, May 05 2008 - bebê 0 a 1 / acomp. médico
A primeira visita ao odontopediatra, é recomendada para avaliar se os dentes estão nascendo corretamente e também para que se possa orientar a mãe sobre as práticas de higiene e alimentação da criança. De acordo com dr. Eduardo Andrade, dentista...
Quando a experiência é vencida pela intuição
Monday, May 05 2008 - bebê 0 a 1 / acomp. médico
Será que a tão decantada intuição materna supera o conhecimento altamente especializado de médicos e enfermeiros? Pelo que demonstra uma pesquisa realizada pela dra. Rita Balda, pediatra da Unidade de Terapia Intensiva Neonatal do Hospital São Paulo e do Hospital...
Remédios: Os antibióticos e a dentição
Monday, May 05 2008 - bebê 0 a 1 / acomp. médico
Muito se fala sobre os efeitos dos antibióticos nos dentes da criança, principalmente sobre o possível enfraquecimento causado pelo uso prolongado destes tipos de medicamento. Segundo o dentista Fernando Utimura, geralmente os antibióticos não causam manchas ou enfraquecimento...
Remédios: Tempo de uso do antibiótico
Monday, May 05 2008 - bebê 0 a 1 / acomp. médico
Os antibióticos continuam sendo um método eficaz para a erradicação total de bactérias, principalmente em alguns casos de doenças infantis. Entretanto, a prescrição deste tipo de medicamento, indicado pelos pediatras para uso num período...
Tabela de vacinação
Monday, May 05 2008 - bebê 0 a 1 / acomp. médico
Notas: 1. A segunda dose da vacina BCG deve obedecer a política regional de saúde (estadual ou municipal); 2. A vacina contra hepatite B, deve ser aplicada nas primeiras 24 horas de vida, de preferência nas primeiras 12 horas de vida; 3. A vacina inativada contra poliomielite (VIP...
Vacina inédita para Bebês é liberada
Monday, May 05 2008 - bebê 0 a 1 / acomp. médico
O Ministério da Saúde acaba de aprovar o registro de Prevenar® no Brasil, a primeira vacina conjugada para a prevenção de doenças pneumocócicas em crianças abaixo de 2 anos de idade. As doenças causadas pela bactéria Streptococcus pneumoniae...
Vacinas
Monday, May 05 2008 - bebê 0 a 1 / acomp. médico
Vacinas BCG -Vacina contra a tuberculose Deve ser aplicada, idealmente, no 1º mês de vida. Protege contra as formas graves da tuberculose: meningite e formas disseminadas da doença. Deve ser realizada no primeiro mês de vida. Revacinação está recomendada entre 6-10 anos, independente de ter ou não cicatriz vacinal. ![]()
DTP (tríplice bacteriana)-Vacina contra a difteria, tétano e a coqueluche (pertussis) A difteria, o tétano e a coqueluche são doenças potencialmente graves passíveis de prevenção pela vacinação. As três primeiras doses da vacina (DPT) devem ser aplicadas no 2º, 4º e no 6º mês de vida; uma quarta dose (1° reforço) deve ser aplicada entre 15-18 meses e a quinta dose (2° reforço) entre 4-6 anos de vida. ![]()
DTP Acelular (tríplice bacteriana acelular)-Vacina contra a difteria, tétano e a coqueluche acelular As vacinas mais modernas denominadas vacinas acelulares contra a difteria, o tétano e a coqueluche apresentam menor ocorrência de reações tais como: dor no local da administração, febre elevada, irritabilidade e choro prolongado. Nos países desenvolvidos estas vacinas acelulares constituem a vacina de preferência do calendário de vacinação. O esquema vacinal da DTP acelular é idêntico ao da DTP. ![]()
Haemophilus Tipo b-Vacina contra infecções por Haemophilus tipo b Antes da introdução desta vacina, a infecção pelo Haemophilus influenzae tipo b era a principal causa de meningite bacteriana em países desenvolvidos, sendo também responsável por outras infecções bacterianas graves tais como: epiglotite, pneumonia e otite. A maior parte das infecções por este agente ocorre em crianças com menos de 5 anos de idade. As três primeiras doses devem ser aplicadas no 2º, 4º e no 6º mês de vida; refôrço deve ser administrado entre 12-15 meses de idade. ![]()
Polio Oral (Sabin)-Vacina contra a paralisia infantil As três primeiras doses da vacina contra a paralisia infantil devem ser aplicadas no 2º , 4º e no 6º mês de vida; uma quarta dose deve ser aplicada entre 15-18 meses e a quinta dose entre 4-6 anos de vida. Protege contra a poliomielite. ![]()
Polio Inativada (eIPV)-Vacina contra a paralisia infantil Devido aos raros casos de poliomielite paralítica associada a vacina oral (Sabin), muitos países desenvolvidos recomendam de rotina a vacina inativada contra a poliomielite; outra vantagem é que esta vacina pode ser administrada sob a forma combinada com outras vacinas. ![]()
Visão e audição: Pais podem identificar possíveis problemas
Tuesday, May 06 2008 - bebê 0 a 1 / acomp. médico
Normalmente, o pediatra se encarrega de acompanhar o bebê nos primeiros meses de vida. Durante as consultas de rotina, identifica os possíveis problemas de visão, audição e desenvolvimento psicomotor. De acordo com o pediatra, dr. Renato de Ávila Kfouri, membro...
Visão e audição: Pais podem identificar possíveis problemas →