O bebê recém-nascido exige uma série de cuidados.
Os primeiros deles são feitos ainda na maternidade e prosseguem durante os primeiros dias de vida da criança.
Muitas vezes, o recém-nascido tem dificuldade em mamar, conciliar o sono. Além disso, tem tendência a vômitos ou cólicas.
A presença da mãe é essencial para assegurar ao bebê tranqüilidade e calma, pois todos os acontecimentos - desde o primeiro dia de vida -, podem influenciar favoravelmente ou desfavoravelmente a personalidade da criança.
Muitos são os sintomas que dão o sinal de perigo. Nessas ocasiões, o pediatra deve ser avisado imediatamente.
• Uma dificuldade respiratória, diminuição de açúcar no sangue, queda de temperatura, infecção ou problema de coração podem gerar uma coloração azulada nos lábios, rosto e mãos.
• Já os tremores e convulsões podem indicar problema cerebral, infecção, desidratação ou deficiência de açúcar.
• A palidez do recém-nascido pode indicar perda interna de sangue ou eliminação pelo intestino, necessidade de oxigênio ou tendência ao estado de choque.
• Outro sintoma que requer o acompanhamento médico é a prostração letárgica, cujas causas são conseqüência da anestesia materna, traumatismo cerebral ou febre.
• Irritabilidade, acompanhada de gritos podem indicar problemas abdominais, cerebrais ou inflamação no ouvido.
• O bebê muito agitado pode ter como causas a falta de oxigênio ou queda de açúcar ou cálcio no sangue.
• As dificuldades respiratórias são comuns em bebês prematuros de baixo peso e podem ter origem cerebral ou problemas das vias respiratórias.
• Fezes líquidas com ou sem catarro ou muco podem ser sinal de perigo e devem ser comunicadas ao pediatra.
• Um outro sinal de que algo está errado com o bebê é a distensão abdominal e a imobilidade de um braço ou perna, que podem indicar uma fratura, distensão dos nervos, infecção ou sífilis congênita.