É muito difícil para as mães resistir à tendência de medicar as crianças.
Quando a doença em questão é gripe, tosse, resfriado e vômitos o mais comum é apelar para aquele remédio esquecido no fundo de uma gaveta. Muitas vezes, é neste momento que começam problemas mais sérios.
Os especialistas alertam contra esta tendência materna e relacionam uma série de riscos para a criança que vão desde erro de dosagem até alteração do nível de consciência da criança, passando ainda por fatores como erro na escolha do medicamento e sonolência excessiva nos bebês.
Os analgésicos e antitérmicos são os remédios mais utilizados pelas mães, mas vale lembrar que não são tão inofensivos como se pode pensar.
O erro de dosagem pode trazer danos sérios à saúde do bebê. O ácido acetilsalicílico, a popular Aspirina, também não deve ser dada a crianças muito pequenas, pois há estudos ligando o medicamento a uma síndrome que debilita várias partes do organismo da criança.
A consulta a um pediatra é a maneira mais indicada para sanar problemas tanto com doenças simples como complicadas.