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  • Quimioterapia

    Entre os tratamentos recomendados para o câncer infantil, cujo tipo mais comum é a leucemia aguda - tipo linfocítio -, está a quimioterapia.

    Segundo o oncologista infantil, professor Vicente Odone Filho, como o câncer pediátrico, via de regra, é generalizado, a quimioterapia abrange o organismo como um todo. "A quimioterapia é a grande responsável pelo progresso notável nos índices terapêuticos verificados", frisou. As outras duas opções são a cirurgia e a radioterapia.

    Segundo o professor, não há dados precisos pertinentes à incidência de câncer infantil no País como um todo, apenas em algumas regiões, entretanto, dados de mortalidade permitem uma referência mais próxima do número real. "Por exemplo, nas áreas mais desenvolvidas do País, como a região Sul e Sudeste, na faixa etária de pré-escolar a adolescência, os óbitos por câncer secundam as causas ditas violentas", cita.

    Quanto a incidência de câncer infantil no mundo, o oncologista afirma que existem diferenças setorizadas no que tange à incidência de determinados tipos da doença. "Por exemplo, em algumas áreas africanas, predominam amplamente os linfomas de tipo Burkitt.

    Por outro lado em áreas extremamente despovoadas, nas quais as moléstias de conotação social têm elevada prevalência, há um índice relativo menor de câncer infantil", conclui.

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