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  • Filho único: a socialização ajuda no processo educacional

    Falar sobre as vantagens e desvantagens de se optar por um único filho é um assunto bastante complexo, uma vez que a história de cada casal é única.

    Porém, segundo a psicoterapeuta infantil e terapeuta familiar, professora Anelise Sandoval Scapaticci, a tendência da família é direcionar toda a atenção para o filho único. Os pais e avós tendem a depositar sobre ele todas as expectativas conscientes e inconscientes, detalha a psicoterapeuta.

    Porém, afirmar que um segundo filho resolveria o problema não seria correto. O risco, neste caso, passa a ser maior, pois se o casal não estiver preparado para um segundo filho, uma nova gestação pode gerar conflitos.

    Preparar a criança para o mundo, através da socialização, colocando-a em contato com outras crianças é, na avaliação da psicoterapeuta, o ideal para todas as crianças, especialmente, para o filho único. A música, as brincadeiras com outras crianças são fundamentais para que passe a interagir com o mundo que a cerca.

    Os pais devem lembrar, ainda, que amor não é sinônimo de mimo. A criança não está sendo mimada se está apenas no colo dos pais ou de algum familiar. A falta de imposição de limites é que a tornará mimada.

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