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    • Hidrocelo
    Acumulação congênita de líquido no escroto e que causa diminuição da qualidade do sêmen.

    • Hidrossalpinge
    Acumulado de líquido seroso que produz distensão da parede das trompas, que ocorre devido a obstrução do óstio abdominal e uterino de uma ou duas trompas em conseqüência de malformações, processo inflamatório (mais freqüente).

    • Hiperestimulação ovárica
    Condição rara, que ocorre quando muitos folículos crescem e causam distensão abdominal, desconforto, náuseas, e algumas vezes dificuldade para respirar. Em casos extremos torna-se necessária a hospitalização. Pode ser evitada pela monitoração cuidadosa.

    • Hiperplasia benigna do endométrio
    Quando por desregulação hormonal ou infecção crônica, o endométrio espessa de tal modo que impede a implantação ou induz abortamento.

    • Hiperspermia
    Aumento do volume do sêmen.

    • Hipogonadismo
    Função ovárica ou testicular inadequada, que é demonstrada pela baixa produção de espermatozóides ou pela ausência da produção do folículo, assim como por níveis baixos ou ausentes de FSH e LH.

    • Hipoplasia do endométrio
    Quando por déficits hormonais ou mutações genéticas dos receptores das hormonas estróides para a progesterona e estrogênios, o endométrio não cresce (12-14mm) na altura da implantação, o que dificulta a gravidez.

    • Hipospermia
    Diminuição do volume do sêmen.

    • Histerosalpingografia (HSG)
    A histerossalpingografia é um exame radiológico de diagnóstico de patologias uterinas e tubárias. Consiste na introdução de um líquido inócuo de contraste, através do canal cervical, que vai permitir visualizar a cavidade do útero e avaliar a permeabilidade das trompas.
    Trata-se de uma técnica segura e de execução rápida uma vez que os avanços científicos e instrumentais dos últimos anos permitiram sintetizar materiais intrusivos mais flexíveis, desenvolver procedimentos técnicos menos dolorosos e baixar a dose de radiação necessária. Além disso, e porque se trata de uma técnica digital, permite uma análise de resultados em tempo real.
    Em casos de impermeabilidade devido a aderências nas paredes tubárias, a pressão do líquido radiopaco introduzido pode ser suficiente para desobstruir as trompas, razão pela qual algumas mulheres com esta causa de infertilidade conseguem engravidar logo no primeiro ciclo menstrual após a realização do exame.

    • Histeroscopia
    Exame que permite a visualização direta do interior do útero, com introdução de um instrumento de óptica via vaginal, denominado histeroscópio, e visualização através do monitor de vídeo.
    A realização de investigações e diagnósticos é ambulatória e não requer internamento. As histeroscopias cirúrgicas são feitas sem incisões ou cortes, em ambiente hospitalar, com internamento de, no máximo, 24 horas.

    • Hormona Folículo-estimulante (Follicle Stimulating Hormone, FSH)
    Hormona hipofisiária que estimula o desenvolvimento folicular e a espermatogênese (desenvolvimento dos espermatozóides). Na mulher, a FSH estimula o crescimento dos folículos ováricos. No homem, a FSH estimula as células de Sertoli nos testículos e dá suporte à produção de espermatozóides. Níveis elevados de FSH estão associados com insuficiência gonadal tanto em homens quanto em mulheres.

    • Hormona Liberadora de Gonadotrofinas (Gonadotropin Releasing Hormone, GnRH)
    Substância segregada a cada noventa minutos por uma parte do cérebro chamada hipotálamo. Essa hormona faz com que a hipófise segregue LH e FSH, o que estimula as gônadas.

    • Hormona Luteinizante (Luteinizing Hormone, LH)
    Hormona hipofisária que estimula as gônadas. No homem, a LH é necessária para a espermatogênese e para a produção de testosterona. Na mulher, a LH é necessária para a produção de estrogênio.

    • Hormonas
    Substância química específica segregada pelo sistema endócrino, que é produzida num órgão ou em determinadas células do mesmo e é liberada e transportada diretamente pelo sangue ou por outros fluídos corporais. A sua função é exercer uma ação reguladora (ativadora ou inibidora) em outros órgãos ou regiões do corpo. Em geral trabalham devagar e agem por muito tempo, regulando o crescimento, o desenvolvimento, a reprodução e as funções de muitos tecidos, bem como os processos metabólicos do organismo. Nas mulheres, por volta dos 40 anos de idade, há uma queda brusca na produção de hormonas, que é chamada de menopausa; nos homens, essa queda é chamada de andropausa.
    Algumas hormonas mais conhecidas são as que regulam as funções sexuais dos mamíferos (a testosterona e o estrogênio) e hormonas que regulam o nível de glicose no sangue (como a insulina).

     Glossário Médico
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