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  • Exame não-invasivo

    Ultra-sonografia entre a 11ª - 13ª semanas de gestação

    Translucência Nucal
    O feto é avaliado por um exame ultra-sonográfico que é feito através do abdome. Ocasionalmente, quando não se obtém uma imagem boa, é também necessário realizar uma ultra-sonografia via vaginal. Durante a ultra-sonografia, mede-se o tamanho do feto e checam-se quaisquer outros problemas que ele possa ter, como malformações. Ao mesmo tempo, é verificado a quantidade de líquido acumulado na nuca do feto (translucência nucal). Combinando-se o risco baseado na idade materna com a medida da translucência nucal, será calculado o risco para uma anomalia cromossômica na gestação.

    Se a quantidade de líquido acumulado na nuca do feto estiver aumentada, ou se você considerar que seu risco individual, após a ultra-sonografia, é alto, você pode desejar submeter-se a uma biópsia de vilo corial (BVC) para obter uma resposta definitiva. Na maioria dos casos, o resultado da BVC é normal. Entretanto, é importante que você tenha uma ultra-sonografia detalhada com 20 semanas de gestação para verificar se a translucência nucal está regredindo e também para excluir outros defeitos não relacionados às anomalias cromossômicas.

    Se a quantidade de líquido acumulado na nuca do feto for normal, ou se você achar que seu risco individual após a ultra-sonografia é baixo, você pode decidir por não submeter-se a um exame invasivo, evitando assim o risco de um abortamento associado a este exame. É importante saber que a ultra-sonografia não exclui completamente a possibilidade de uma anomalia cromossômica.

    Outra opção de exame não invasivo:
    Ultra-sonografia detalhada com 20 semanas (ultra-sonografia morfológica). Nesta ultra-sonografia são investigados mais de 20 sinais de anomalias cromossômicas, e se nenhum deles estiver presente no bebê, o risco de anomalias cromossômicas como "mongolismo", diminui pela metade. Este exame permite a detecção de aproximadamente 50% dos fetos com anomalias cromossômicas.

    A vantagem de um exame invasivo é que este dará uma resposta definitiva sobre a presença de anomalias cromossômicas. A desvantagem é que este tem um risco de abortamento de 1%.
    Resumo

    Testes não invasivos: Avaliam o risco para uma anomalia cromossômica.
    11 a 13 semanas, ultra-sonografia para avaliar a trânslucencia da nuca do feto
    20 a 24 semanas, ultra-sonografia detalhada para detecção de anomalias fetais

    Adaptado do Fetal Medicine Foundation - Londres

    de mãe para mãe

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