O corpo expande-se para receber o bebê e com isso, ocorre o estiramento rápido da pele no sentido horizontal e a ruptura de fibras elásticas localizadas na derme, camada mais profunda da pele.
O processo descrito é conhecido como estrias. “As estrias ocorrem em pessoas predispostas – que já têm alguma alteração no metabolismo das fibras elásticas, e, por isso, muitas vezes, não tem como evitá-las”, explica a dra. Ediléia Bagatin, dermatologista da Escola Paulista de Medicina e clínica Uniderma.
Para quem já possui estrias, pouco se pode fazer durante a gestação, a mulher poderá usar hidratantes e óleo de amêndoas e aguardar o período pós-parto para tentar algumas modalidades de tratamento.
“Cremes, peelings (esfoliação da pele), à base de ácido retinóico, técnica subcision (técnica de incisão subcutânea em que se separa o tecido gorduroso das camadas mais superficiais da pele, criando-se um hematoma que no processo de coagulação, há a produção de colágeno que pode melhorar a aparência das estrias), laser, e aplicação de outros cáusticos, podem garantir bons resultados”, conclui a dermatologista.
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