Hoje, apesar deste número ter reduzido - em São Paulo o índice caiu para 3% - o problema ainda é preocupante já que em boa parte do país, onde há carência de estatísticas, estima-se que o índice seja bem maior.
Uma paciente com sopro no coração, por exemplo,que pode ter muitas complicações durante a gestação, teria uma gravidez de menor risco se fizesse uma prevenção e planejamento antes de conceber.
De acordo do dra. Walkíria, ao saber que não poderia engravidar naquele momento, a paciente seria orientada primeiro a fazer um tratamento clínico ou até cirúrgico, antes de gerar um filho,diminuindo assim os riscos de morte.
"O coração das cardiopatas precisa ser preparado para a sobrecarga da gravidez e do parto. A paciente tem que receber acompanhamento constante", declara a médica, acrescentando que toda a mulher que suspeita ter algum problema cardíaco, deve procurar um médico antes de engravidar.
de mãe para mãe