O acompanhamento médico, nesse caso, deve ser feito da mesma forma do realizado em um pré-natal normal, ou seja, consultas mensais no início da gestação, quinzenais à partir da 30ª semana e semanais à partir da 36ª semana. Segundo o obstetra, são solicitados basicamente todos os exames requeridos numa gestação, no entanto, a ultra-sonografia deve ser precisa, visando detectar alterações precoces.
A gravidez gemelar é responsável por cerca de 10% de todos os trabalho de parto prematuro e 25% das mortes fetais pré-terno, apesar de representarem apenas 1% de todas as gestações. Além da prematuridade e do retardo de crescimento intra-uterino, a gravidez gemelar tem a freqüência maior de anomalias congênitas, placenta prévia, descolamento prematuro de placenta, pré-eclampsia (doença hipertensiva, específica da gravidez), acidentes de cordão, apresentações anômalas, entre outras, sendo recomendável cuidados especiais durante a gestação.
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