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  • Os efeitos da musicoterapia na gestação

    Sons externos já são ouvidos pelo feto, a partir da 16ª semana de gestação.
    A audição é o primeiro dos sentidos a se desenvolver no ciclo vital, então, nesse período, seu bebê já vai ouvir vozes e músicas; e a partir da 35ª semana, o bebê pode se assustar e esboçar reação quando ouvir barulhos muito altos.

    Segundo Maria Elena Galicchio, membro da Federação Mundial de Musicoterapia, pesquisas constatam, que o aprendizado inicia-se no período pré-natal e que os sons e ritmos ouvidos, ainda no útero materno, podem conter importantes informações para o desenvolvimento do cérebro do bebê.

    A musicoterapia - utilização da música e seus elementos para facilitar e promover a comunicação, aprendizagem, mobilização, expressão, organização e outros objetivos terapêticos, a fim de tratar necessidades físicas, emocionais, mentais, sociais e cognitivas, tem sido aplicada em gestantes, para garantir proximidade e melhor qualidade de vida à ela e ao bebê.
    Nas sessões de musicoterapia, o terapeuta visa atingir através dos sons, todas essas áreas, ajudando o paciente a manter ou restabelecer sua saúde.  "A música, através de seus elementos , gera energia criativa e ao usar a música durante a gestação, a mãe passa para o feto, sons com informações ricas em conteúdo emocional", informa Maria Elena Galicchio, acrescentando ainda, que esse processo comunicativo comtribui para o bem-estar do bebê, e posteriormente, no desenvolvimento físico, nas características de comportamento e nível de inteligência da criança.*

    de mãe para mãe

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