No Brasil, deve-se a um trabalho pioneiro dos Drs. Moisés e Claudio Paciornik que, na década de 70, o estudaram em uma Comunidade Indígena do Paraná e introduziram a prática em seu hospital.
Segundo o Dr.Adailton Meira, Ginecologista e atual coordenador do REHUNA ( Rede para Humanização do Parto e Nascimento ), este procedimento traz diversas vantagens para mãe pois facilita a liberação ( saída ) da cabeça e propicia um parto com menos intervenções, como o corte do perioneo além do fato da mãe sentir mais e participar do parto.
No caso do Bebê, este também se beneficia pois é mais rápido, e recebe melhor aporte de sangue.
Como é?
A parturiante pode ficar caminhando ou em baixo de um chuveiro ou deitada de lado durante o processo da dilatação.
No momento chamado expulsivo, ela se posiciona de cócoras, usando como apoio uma cadeira ou cama apropriada para este procedimento ou também com o apoio do marido que serve como apoio físico e psicológico.
de mãe para mãe