Em casos de gestantes diabéticas, o parto, a menos que se suspeite que o feto esteja em perigo, não deve ser induzido antes do termo.
A cesárea, segundo o especialista em Ginecologia e Obstetrícia da Associação Médica Brasileira, dr. Evaldo Rodrigues Júnior, deve ser praticada quando for verificado pelo médico a ausência de condições para indução, capacidade pélvica questionável (bacia estreita), macrossomia fetal (4 kg), histórico de perdas fetais pela via vaginal, cesáreas anteriores e provas funcionais, indicando baixas reservas ueroplacentárias de oxigênio e sofrimento fetal. ”Caso contrário, será permitida a via vaginal (parto normal).
A anestesia eletiva é de condução, dando-se preferência à anestesia peridural”, salienta o médico. Além disso, segundo especialista, o parto deve ser acompanhado por um neonatologista e, se possível, em ambiente que disponha de recursos para cuidados intensivos ao recém-nascido.
de mãe para mãe